quinta-feira, 16 de junho de 2011
segunda-feira, 13 de junho de 2011
Rota do Ferro em BTT da Carvalhosa a Stª. Leocádia, em dia de festa!
No passado dia 10 de Junho (dia de Portugal e de festa de Santa Leocádia, em Torre de Moncorvo) teve lugar a 2ª. edição da Rota do Ferro em BTT (Bicicleta de todo-o -terreno), na sua versão "Pelos caminhos do Roboredo". Esta iniciativa, co-organizada pelo Museu do Ferro/Município de Torre de Moncorvo/PARM e Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, foi este ano incluída no cartaz da festa de Santa Leocádia, numa espécie de "dois em um", de forma a rentabilizar recursos. Esta actividade foi ainda integrada no programa de estágio de Liliana Branco, aluna estagiária do curso de Educação Ambiental da Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Bragança.
No final do percurso os ciclistas juntaram-se ao numeroso povo que subiu à capelinha do alto da serra, participando no programa da festividade e retemperando energias com um excelente almoço volante oferecido pela Junta.
Aqui fica a reportagem (clicar sobre as fotos para AMPLIAR):

De seguida, os participantes puderam espreitar a galeria de Santa Bárbara, nas minas da Carvalhosa - onde a exploração foi sobretudo a "céu aberto".
O património mineiro continua a ser vandalizado: já pouco resta do grande pavilhão das oficinas gerais da Ferrominas, na Carvalhosa. Galeria da Cotovia, ou "mina do Zé Derreado" (anos 30 do séc. XX) - a Liliana Branco convida a entrar, apesar dos milhões de mosquitos que guardam a entrada...
Um visitante mais afoito foge dos mosquitos... - um bocadinho de aventura também faz parte.
Agora pela mata de carvalhos negrais (quercus pyrenaica). Foi este tipo de robor ("carvalho", em latim), que deve ter determinado o nome da serra, certamente no tempo dos romanos...
Já nos anos 60 do século XX, com a chamada Guerra do Ultramar, incrementou-se a devoção à Santa Leocádia, que as mães de Moncorvo invocavam para protecção dos seus filhos, algures em África a combater a guerrilha. Aqui se vêm várias fotos de soldados, funcionando como ex-votos, ou então para os quais se pediu protecção. Terá sido o incremento desta "devotio" a Santa Leocádia que "destronou" S. Bento como patrono principal deste pequeno oratório de montanha.Vale a pena visitar este local (agora com acesso fácil, de automóvel, por estrada asfaltada), mesmo sem ser em dia de festa, pois é deslumbrante o espectáculo em redor. A outra opção é juntar-se a um grupo de amigos "com pedalada" e fazer a "Rota do Ferro-pelos caminhos do Roboredo", desde a Carvalhosa. Fica a sugestão para um fim-de-semana.
Texto e fotos de N.Campos e Liliana Branco
sábado, 11 de junho de 2011
Exposição "Escombros-minas trasmontanas" de José Luís Gonçalves, em Bragança
O Dr. José Luís Gonçalves, explicando os conteúdos da exposição
E para melhor dar a conhecer este trabalho, nada melhor do que suspender as grandes fotos nas galerias de passagem, onde o autor, na tarde do dia 6 de Junho, explicou a todos os presentes as suas motivações quando fez este périplo pelas minas trasmontanas abandonadas, em 2005. Muitas destas fotos são já históricas, já que entretanto as instalações foram erradicadas, no âmbito de uma controversa política de "recuperação ambiental", enquanto outras vêm atingindo um grau de destruição/vandalização cada vez maior.
Outro momento da explicação de José Luís Gonçalves, sobre o seu trabalho
- Para saber mais sobre este assunto, ver: http://recortesipb.blogspot.com/2011/06/minas-de-tras-os-montes.html
quinta-feira, 2 de junho de 2011
AAACCM em visita a Mós
A convite da direcção da AAACCM, a visita foi guiada por um elemento da direcção do PARM e pelo Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Paulo Bento, tendo-se seguido uma proposta de roteiro do Dr. Carlos Sambade, mozeiro ilustre e membro das associações referidas. Foram percorridos os principais recantos da antiga vila de Mós, onde ainda se respira o ar dos tempos medievos, apesar do processo de ruína de muitos imóveis e alguma descaracterização de uns poucos. Como se concluíu da visita, impõe-se um plano de salvaguarda, recuperação e valorização desta belíssima povoação, que bem merece ser acarinhada.
Aqui fica um breve registo:
A viagem no tempo principiou pelo pelourinho, símbolo de uma municipalidade firmada pelo senhor rei D. Afonso Henriques em 1162, e abatida em 1836 (ano em que o concelho de Mós foi integrado no de Torre de Moncorvo).
Deambulando pela viela que atravessa o "castelo", ou seja, a velha cerca medieval.
Casas interligadas por construção em madeira, sobre uma viela, solução arquitectónica característica de tempos recuados.
Visitando a capela de Santa Cruz (obra do século XVIII), graças à solicitude das mordomas que prontamente acorreram com a chave!
Na Santa Cruz, apesar de muito "modernizada" por dentro, venera-se um precioso Crucifixo emoldurado por singelo retábulo de talha do século XVIII.
Por vezes o cimento soergue-se da harmonia do xisto ancestral. Como remediar estas notas dissonantes?
Nova construção utilizando a pedra da região, ao menos no revestimento. - Exemplos a seguir.
Depois da volta, que incluíu ainda uma visita ao santuário de Santa Bárbara, rua de Baixo, rua dos Olminhos, Quebra-cús, igreja matriz, eis que se regressa à praça, ponto de partida do passeio. Ao longo do trajecto os guias foram identificando os espaços e referindo diversos aspectos da história da localidade, nomeadamente as recentes escavações arqueológicas realizadas na necrópole situada junto da cabeceira da igreja, e onde surgiram ossadas de enterramentos medievais (trabalhos realizados pela empresa ArqueoHoje em 2007).
A jornada terminou na "domus municipalis" (casa do município) de Mós, onde a Junta de Freguesia ofereceu um excelente aperitivo, fazendo jus à hospitalidade trasmontana.quarta-feira, 18 de maio de 2011
Dia Internacional dos Museus assinalado no Museu do Ferro
Em anos anteriores foi dada prioridade aos mais novos, tendo o museu promovido oficinas criativas com as crianças dos jardins-escola, ou visitas com alunos das escolas, sobretudo do 1º. ciclo.
Este ano foi dada prioridade aos nossos mais velhos, utentes do centro de dia, que fizeram uma breve visita ao museu e, no final, tiveram um momento de convívio nos jardins, realizando algumas actividades e partilhando muito do seu vasto saber, como orações e canções.E no final uma pequena merenda, como não podia deixar de ser! - e ficou o convite aos utentes do Centro de Dia, como a outros interessados, para visitarem o Museu sempre que queiram , podendo usufruir das sombras do respectivo jardim, especialmente convidativo nesta fase do ano.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Passeio pedestre à capela de Senhora da Esperança
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Passeio pelas fontes e chafarizes de Torre de Moncorvo
Esta actividade foi promovida pelo Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, com o inerente apoio do município e do PARM, bem como da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo e da Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Bragança, em virtude de esta ser também uma actividade integrada no estágio curricular de Liliana Branco, aluna do curso de Educação Ambiental.
Aqui fica a reportagem:
A caminho da Fonte Carvalho.
A antiquíssima fonte Carvalho e o seu lavadouro, muito concorrido noutros tempos.
Passagem pela fonte de Santiago e pela lenda do cavaleiro mata-mouros.
Bica que ficou das antigas hortas do Montenegro, nas Aveleiras.
Fonte das Aveleiras - observando a antiga heráldica municipal aqui esculpida.
Apenas vislumbrado de longe, aqui fica o registo de um velho marco fontenário, já fora de uso.
Fonte de Santo António, com uma pausa para escutar um poema da Drª. Júlia Biló - sobre a tradição segundo a qual quem daqui beber, e que seja de fora, casa cá na terra.Reportagem de Nelson Campos e João Pinto V. Costa
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Ver mais em: http://www.torredemoncorvo.pt/torre-de-moncorvo-celebra-dia-internacional-dos-monumentos-e-sitios PARTICIPE!!
domingo, 10 de abril de 2011
Tarde agrícola, nos jardins do Museu
Realizou-se no passado dia 9 (sábado), nos jardins do Museu do Ferro, uma actividade educativa relacionada com Agricultura e Ambiente. A iniciativa foi promovida pelo Museu (que tem como suporte o município e a associação do PARM) e contou com o patrocínio da Junta de freguesia de Torre de Moncorvo e a colaboração da Fundação Francisco Meireles, que disponibilizou um grupo de jovens enquadradas por duas técnicas superiores da instituição. Esta acção contou ainda como actividade de estágio em contexto real de trabalho da estagiária Liliana Branco, aluna do curso de Educação Ambiental da ESE (Escola Sup. de Educação)/IPB (Instituto Politécnico de Bragança). Nesta acção foi explicado às jovens a importância da actividade agrícola, desde os séculos mais remotos até à actualidade, apesar de hoje ser socialmente pouco considerada. Por outro lado, foi salientada a importância da preservação da natureza e do Ambiente, aspectos que também se ralacionam, de certo modo, com a agricultura. . Aqui fica uma breve reportagem fotográfica da actividade:
Grupo de meninas podando as madressilvas (nome científico: Lonicera capriofolia), um tipo de trepadeira autóctone.
Carregando o compostor - depois de explicada a importância da "compostagem"
Arrancando as ervas daninhas e cavando as amendoeiras - a agricultura obriga a controlar um pouco a Natureza.
Mas o esforço compensa: colhendo laranjas biológicas (estas não levam tratamentos químicos).
Fazendo um jogo - a brincar também se apreendem os conceitos ecológicos. Txt. e fotos: N.Campos
quarta-feira, 6 de abril de 2011
18 de Abril - Dia Internacional de Monumentos e Sítios em Torre de Moncorvo
Assim, a nível de Torre de Moncorvo, foi decidido organizar um Passeio Cultural pelas Fontes e Chafarizes da Vila de Torre de Moncorvo, especialmente vocacionado para o público jovem que queira saber algo mais sobre este património, existente na sede do concelho (não se alargou a digressão ao resto do concelho, pelas dificuldades logísticas, embora haja belos chafarizes de água pura e cristalina, um pouco por todo o concelho, dignos de visita).
O percurso a realizar no próximo dia 18, apenas na sede do concelho, terá início na Corredoura até à Fonte Carvalho, e daqui deverá subir à Fonte de S. Tiago (perto do cemitério), Fonte das Aveleiras, Fonte de S. António e Chafariz Filipino (praça).
A visita será coordenada por Liliana Branco, aluna da ESE/IPB (Instituto Politécnico de Bragança) em estágio no Museu e conta com apoio do PARM, Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Torre de Moncovo. A maioria das fontes estão a cargo desta última entidade.
Inscreve-te já!! - Na Biblioteca da tua escola, na Biblioteca Municipal (279258350) , na Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo (279252689), ou no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (tel. 279252724)
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