segunda-feira, 13 de junho de 2011

Rota do Ferro em BTT da Carvalhosa a Stª. Leocádia, em dia de festa!

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No passado dia 10 de Junho (dia de Portugal e de festa de Santa Leocádia, em Torre de Moncorvo) teve lugar a 2ª. edição da Rota do Ferro em BTT (Bicicleta de todo-o -terreno), na sua versão "Pelos caminhos do Roboredo". Esta iniciativa, co-organizada pelo Museu do Ferro/Município de Torre de Moncorvo/PARM e Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, foi este ano incluída no cartaz da festa de Santa Leocádia, numa espécie de "dois em um", de forma a rentabilizar recursos. Esta actividade foi ainda integrada no programa de estágio de Liliana Branco, aluna estagiária do curso de Educação Ambiental da Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Bragança.
No final do percurso os ciclistas juntaram-se ao numeroso povo que subiu à capelinha do alto da serra, participando no programa da festividade e retemperando energias com um excelente almoço volante oferecido pela Junta.
Aqui fica a reportagem (clicar sobre as fotos para AMPLIAR):





Um membro da direcção do PARM faz uma breve resenha sobre as minas de ferro de Moncorvo, destacando o período áureo da sua exploração, nos anos 50 do séc. XX, pela ex-Ferrominas.


De seguida, os participantes puderam espreitar a galeria de Santa Bárbara, nas minas da Carvalhosa - onde a exploração foi sobretudo a "céu aberto".


O património mineiro continua a ser vandalizado: já pouco resta do grande pavilhão das oficinas gerais da Ferrominas, na Carvalhosa.




Galeria da Cotovia, ou "mina do Zé Derreado" (anos 30 do séc. XX) - a Liliana Branco convida a entrar, apesar dos milhões de mosquitos que guardam a entrada...

Um visitante mais afoito foge dos mosquitos... - um bocadinho de aventura também faz parte.


Agora pela mata de carvalhos negrais (quercus pyrenaica). Foi este tipo de robor ("carvalho", em latim), que deve ter determinado o nome da serra, certamente no tempo dos romanos...



Finalmente a chegada à antiga capela de S. Bento, agora mais conhecida por Santa Leocádia. Em primeiro plano, à esquerda da entrada: Santa Teresa e S. Lourenço; do lado direito: Santa Leocádia e S. Bento. Imagens inspiradas pelo pietismo popular de há séculos, bastante rústicas, e que só em dias de festa se mostram ao público. Supomos que esta capelinha deva remontar ao século XVII ou inícios de XVIII.




Entre as belas peças de arte sacra patenteadas, destacamos este óleo sobre madeira (propriedade da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo), representando três frades franciscanos em oração, um quais com uma faca espetada na cabeça. Esta cena foi interpretada por Eugénio Cavalheiro (especialista em História de Arte e presidente da direcção do PARM) como sendo uma evocação dos Santos Mártires de Marrocos, um grupo de frades enviados por S. Francisco de Assis a Marrocos, em missão de evangelização, e que culminou no martírio dos franciscanos, no ano de 1220. É provável que este retábulo tenha sido pintado por algum frade do convento de S. Francisco de Torre de Moncorvo, ou encomendado por esta instituição religiosa, em cuja igreja se encontraria. Com a extinção do convento, no séc. XIX, estes fragmentos artísticos devem ter ido parar à capela de S. Bento/Stª. Leocádia. Foi objecto de restauro recente e integrou a exposição "Memórias de Fé", inaugurada em Março de 2008 no Centro de Memória de Torre de Moncorvo (vd. respectivo catálogo, nº. 30).


Já nos anos 60 do século XX, com a chamada Guerra do Ultramar, incrementou-se a devoção à Santa Leocádia, que as mães de Moncorvo invocavam para protecção dos seus filhos, algures em África a combater a guerrilha. Aqui se vêm várias fotos de soldados, funcionando como ex-votos, ou então para os quais se pediu protecção. Terá sido o incremento desta "devotio" a Santa Leocádia que "destronou" S. Bento como patrono principal deste pequeno oratório de montanha.



Vale a pena visitar este local (agora com acesso fácil, de automóvel, por estrada asfaltada), mesmo sem ser em dia de festa, pois é deslumbrante o espectáculo em redor. A outra opção é juntar-se a um grupo de amigos "com pedalada" e fazer a "Rota do Ferro-pelos caminhos do Roboredo", desde a Carvalhosa. Fica a sugestão para um fim-de-semana.



Texto e fotos de N.Campos e Liliana Branco

sábado, 11 de junho de 2011

Exposição "Escombros-minas trasmontanas" de José Luís Gonçalves, em Bragança

Foi apresentada em Bragança entre os passados dias 6 e 9 de Junho a exposição "Escombros - minas trasmontanas", de José Luís Gonçalves. Lembramos que esta exposição foi inaugurada no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo em 9 de Agosto, tendo estado patente até ao final do mês de Setembro (ver: http://parm-moncorvo.blogspot.com/2008/09/exposio-escombros-as-minas-de-trs-os.html). Aproveitando agora o contexto de um estágio de uma aluna do curso de Educação Ambiental da Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Bragança, Liliana Branco, aquela escola, em colaboração com o Museu do Ferro/Câmara Municipal de Torre de Moncorvo/PARM e ainda com o autor da exposição, decidiu apresentar esta mostra fotográfica nas suas instalações.



O Dr. José Luís Gonçalves, explicando os conteúdos da exposição


E para melhor dar a conhecer este trabalho, nada melhor do que suspender as grandes fotos nas galerias de passagem, onde o autor, na tarde do dia 6 de Junho, explicou a todos os presentes as suas motivações quando fez este périplo pelas minas trasmontanas abandonadas, em 2005. Muitas destas fotos são já históricas, já que entretanto as instalações foram erradicadas, no âmbito de uma controversa política de "recuperação ambiental", enquanto outras vêm atingindo um grau de destruição/vandalização cada vez maior.


Outro momento da explicação de José Luís Gonçalves, sobre o seu trabalho

Procurando complementar a exposição, a organização promoveu um colóquio/debate sobre o tema "As minas de Trás-os-Montes - Escombros ou património para o desenvolvimento?", em que foram intervenientes, por parte da organização, os Professores Luís Filipe, Conceição Martins (da E.S.E.B./I.P.B.), aluna estagiária e o autor da exposição, José Luís Gonçalves; seguiram-se os seguintes oradores convidados: Engº. Aires Ferreira (Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo), Arqtº. Carlos Guerra (Consultor da MTI-Mining Technology Investiments), Dr. Francisco Lopes (Presidente da Junta de Argoselo, Vimioso, e antigo trabalhador dessas minas), Dr. Nelson Campos (técnico de património e museólogo, em representação do PARM), Dr. Rui Rodrigues (geólogo), Drª. Emília Nogueiro (mestre em Museologia e professora de Património na ESEB, e Sr. Joaquim Vieira (antigo mineiro da Ferrominas, Moncorvo). Depois de um breve depoimento por parte de cada um dos intervenientes, seguiu-se uma sessão de perguntas e respostas com alunos e professores presentes no auditório da E.S.E.B..

- Para saber mais sobre este assunto, ver: http://recortesipb.blogspot.com/2011/06/minas-de-tras-os-montes.html

quinta-feira, 2 de junho de 2011

AAACCM em visita a Mós

No passado domingo, dia 29 de Maio, a Associação dos Antigos Alunos e Amigos do ex-Colégio Campos Monteiro de Torre de Moncorvo, promoveu uma visita a Mós, no âmbito do seu convívio anual.
A convite da direcção da AAACCM, a visita foi guiada por um elemento da direcção do PARM e pelo Presidente da Junta de Freguesia, Sr. Paulo Bento, tendo-se seguido uma proposta de roteiro do Dr. Carlos Sambade, mozeiro ilustre e membro das associações referidas. Foram percorridos os principais recantos da antiga vila de Mós, onde ainda se respira o ar dos tempos medievos, apesar do processo de ruína de muitos imóveis e alguma descaracterização de uns poucos. Como se concluíu da visita, impõe-se um plano de salvaguarda, recuperação e valorização desta belíssima povoação, que bem merece ser acarinhada.
Aqui fica um breve registo:
A viagem no tempo principiou pelo pelourinho, símbolo de uma municipalidade firmada pelo senhor rei D. Afonso Henriques em 1162, e abatida em 1836 (ano em que o concelho de Mós foi integrado no de Torre de Moncorvo).
Deambulando pela viela que atravessa o "castelo", ou seja, a velha cerca medieval.


Ao lado da antiga casa da câmara (hoje sede da Junta de Freguesia), a velha cadeia da vila.


Casas interligadas por construção em madeira, sobre uma viela, solução arquitectónica característica de tempos recuados.


Visitando a capela de Santa Cruz (obra do século XVIII), graças à solicitude das mordomas que prontamente acorreram com a chave!


Na Santa Cruz, apesar de muito "modernizada" por dentro, venera-se um precioso Crucifixo emoldurado por singelo retábulo de talha do século XVIII.


Por vezes o cimento soergue-se da harmonia do xisto ancestral. Como remediar estas notas dissonantes?


Nova construção utilizando a pedra da região, ao menos no revestimento. - Exemplos a seguir.


Depois da volta, que incluíu ainda uma visita ao santuário de Santa Bárbara, rua de Baixo, rua dos Olminhos, Quebra-cús, igreja matriz, eis que se regressa à praça, ponto de partida do passeio. Ao longo do trajecto os guias foram identificando os espaços e referindo diversos aspectos da história da localidade, nomeadamente as recentes escavações arqueológicas realizadas na necrópole situada junto da cabeceira da igreja, e onde surgiram ossadas de enterramentos medievais (trabalhos realizados pela empresa ArqueoHoje em 2007).


A jornada terminou na "domus municipalis" (casa do município) de Mós, onde a Junta de Freguesia ofereceu um excelente aperitivo, fazendo jus à hospitalidade trasmontana.





Txt. e fotos de N.Campos

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Dia Internacional dos Museus assinalado no Museu do Ferro

Hoje foi dia internacional dos Museus, e, como tal foi o mesmo assinalado no Museu do Ferro e da Região de Moncorvo.
Em anos anteriores foi dada prioridade aos mais novos, tendo o museu promovido oficinas criativas com as crianças dos jardins-escola, ou visitas com alunos das escolas, sobretudo do 1º. ciclo.
Este ano foi dada prioridade aos nossos mais velhos, utentes do centro de dia, que fizeram uma breve visita ao museu e, no final, tiveram um momento de convívio nos jardins, realizando algumas actividades e partilhando muito do seu vasto saber, como orações e canções.

Uma das actividades que as senhoras de mais idade realizaram com destreza foi a confecção de vassouras de giestas, as famosas "escovas" com que se varria a casa antes das vassouras de piaçaba e, depois, das de cerdas sintéticas. Mais barato e ecológico!

E no final uma pequena merenda, como não podia deixar de ser! - e ficou o convite aos utentes do Centro de Dia, como a outros interessados, para visitarem o Museu sempre que queiram , podendo usufruir das sombras do respectivo jardim, especialmente convidativo nesta fase do ano.

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Passeio pedestre à capela de Senhora da Esperança

(clicar na imagem para ampliar)


Não se tendo realizado o passeio da Pascoela previsto para o passado dia 30 de Abril, por motivos climatéricos, a organização decidiu adiá-lo para o próximo Domingo, dia 8 de Maio, esperando que, desta feita, o tempo ajude.


Esta iniciativa da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, conta com a colaboração do Museu do Ferro, inserindo-se no esforço de recuperação das antigas tradições e também de divulgação do nosso património, visto que a capela de Senhora da Teixeira (propriedade da Junta de Freguesia) remonta possivelmente ao séc. XV.


O trajecto terá início às 14;30h (convém estar um pouco antes), com saída de frente do edifício da Junta (ao lado do Cine-teatro), e seguirá pela E.N.220 até ao início do "caminho velho" para Açoreira. Este caminho terá a ver com um dos "milhentos" trajectos seguidos pelos peregrinos de Santiago de Compostela, pelo que se poderá considerar também como Caminho de Santiago.

Assim, este passeio será uma espécie de 2 em 1: por um lado visa retomar a tradição do passeio da Pascoela (com merenda no adro da capela), que se fazia na segunda-feira de Pascoela, e, por outro lado, pretende-se dar o conhecer este velho caminho de peregrinos e de mercadores e outros vindos das terras do Sul para Trás-os-Montes (ou vice-versa), com passagem por Torre de Moncorvo.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Passeio pelas fontes e chafarizes de Torre de Moncorvo

Realizou-se no passado dia 18 de Abril, dia internacional dos Monumentos e Sítios, um passeio pedestre pelas fontes e chafarizes da vila de Moncorvo.
Esta actividade foi promovida pelo Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, com o inerente apoio do município e do PARM, bem como da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo e da Escola Superior de Educação/Instituto Politécnico de Bragança, em virtude de esta ser também uma actividade integrada no estágio curricular de Liliana Branco, aluna do curso de Educação Ambiental.
Aqui fica a reportagem:


A caminho da Fonte Carvalho.
A antiquíssima fonte Carvalho e o seu lavadouro, muito concorrido noutros tempos.



Passagem pela fonte de Santiago e pela lenda do cavaleiro mata-mouros.



Bica que ficou das antigas hortas do Montenegro, nas Aveleiras.


Fonte das Aveleiras - observando a antiga heráldica municipal aqui esculpida.



Apenas vislumbrado de longe, aqui fica o registo de um velho marco fontenário, já fora de uso.



Fonte de Santo António, com uma pausa para escutar um poema da Drª. Júlia Biló - sobre a tradição segundo a qual quem daqui beber, e que seja de fora, casa cá na terra.



"Bela terra é Moncorvo /dá de beber a quem passa / quem não tiver dinheiro / tem o chafariz na praça" - uma quadra popular muito antiga, que agora foi evocada, perante o chafariz reconstituído em 1998.



O novo chafariz junto à muralha, reconstruído com peças dos antigos tanques da praça, que estavam encostados aos restos da muralha do Castelo.


A fonte da praça General Claudino, com a sua cascata, confere uma nota de frescura ao largo da igreja.




Fim do passeio: tal como nas aventuras do Astérix, há sempre merenda no final, neste caso nos jardins do Museu.
Reportagem de Nelson Campos e João Pinto V. Costa

domingo, 10 de abril de 2011

Tarde agrícola, nos jardins do Museu

Realizou-se no passado dia 9 (sábado), nos jardins do Museu do Ferro, uma actividade educativa relacionada com Agricultura e Ambiente. A iniciativa foi promovida pelo Museu (que tem como suporte o município e a associação do PARM) e contou com o patrocínio da Junta de freguesia de Torre de Moncorvo e a colaboração da Fundação Francisco Meireles, que disponibilizou um grupo de jovens enquadradas por duas técnicas superiores da instituição. Esta acção contou ainda como actividade de estágio em contexto real de trabalho da estagiária Liliana Branco, aluna do curso de Educação Ambiental da ESE (Escola Sup. de Educação)/IPB (Instituto Politécnico de Bragança). Nesta acção foi explicado às jovens a importância da actividade agrícola, desde os séculos mais remotos até à actualidade, apesar de hoje ser socialmente pouco considerada. Por outro lado, foi salientada a importância da preservação da natureza e do Ambiente, aspectos que também se ralacionam, de certo modo, com a agricultura. . Aqui fica uma breve reportagem fotográfica da actividade:
Grupo de meninas podando as madressilvas (nome científico: Lonicera capriofolia), um tipo de trepadeira autóctone.

Carregando o compostor - depois de explicada a importância da "compostagem"
Arrancando as ervas daninhas e cavando as amendoeiras - a agricultura obriga a controlar um pouco a Natureza. Mas o esforço compensa: colhendo laranjas biológicas (estas não levam tratamentos químicos).
Fazendo um jogo - a brincar também se apreendem os conceitos ecológicos.
E uma merenda ao final, para compensar energias.

Foi ainda conferido um diploma de participação.




Txt. e fotos: N.Campos

quarta-feira, 6 de abril de 2011

18 de Abril - Dia Internacional de Monumentos e Sítios em Torre de Moncorvo

18 de Abril é Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, por determinação da UNESCO. A nível nacional esta celebração é coordenada pelo Instituto de Gestão do Património Arquitectónico e Arqueológico (Igespar) que escolheu como tema para as comemorações de 2011, a "Água, Cultura e Património", dando destaque a monumentos relacionados com a Água (aquedutos, moinhos hidráulicos, fontenários, etc).

No seguimento do contacto do Igespar, o PARM decidiu alinhar nestas comemorações, à semelhança dos anos anteriores, embora enquadrando esta comemoração nas actividades do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo.


Assim, a nível de Torre de Moncorvo, foi decidido organizar um Passeio Cultural pelas Fontes e Chafarizes da Vila de Torre de Moncorvo, especialmente vocacionado para o público jovem que queira saber algo mais sobre este património, existente na sede do concelho (não se alargou a digressão ao resto do concelho, pelas dificuldades logísticas, embora haja belos chafarizes de água pura e cristalina, um pouco por todo o concelho, dignos de visita).


O percurso a realizar no próximo dia 18, apenas na sede do concelho, terá início na Corredoura até à Fonte Carvalho, e daqui deverá subir à Fonte de S. Tiago (perto do cemitério), Fonte das Aveleiras, Fonte de S. António e Chafariz Filipino (praça).


A visita será coordenada por Liliana Branco, aluna da ESE/IPB (Instituto Politécnico de Bragança) em estágio no Museu e conta com apoio do PARM, Câmara Municipal e Junta de Freguesia de Torre de Moncovo. A maioria das fontes estão a cargo desta última entidade.


Inscreve-te já!! - Na Biblioteca da tua escola, na Biblioteca Municipal (279258350) , na Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo (279252689), ou no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (tel. 279252724)


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terça-feira, 22 de março de 2011

Celebração do dia da Árvore, da Água e da Poesia, no jardins do Museu do Ferro

Apesar da Primavera ter entrado ontem, celebrou-se hoje o Dia da Árvore, da Água e da Poesia, numa acção dirigida a dezenas de crianças do jardim-escola nº. 1 de Torre de Moncorvo. A actividade foi organizada por Liliana Branco, aluna estagiária da Escola Superior de Educação de Brangança/ IPB(Instituto Politécnico de Bragança), curso de Educação Ambiental, tendo contado com a colaboração dos funcionários e colaboradores do Museu e da Biblioteca Municipal, bem como das educadoras do referido Jardim-escola.

Aqui fica a reportagem:

Em primeiro lugar, numa palestra ao ar livre, foi explicada às crianças a importância da água, as suas aplicações e a necessidade de se poupar o seu consumo, tudo numa linguagem acessível ao seu nível etário.

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Depois de terem colaborado na sementeira de um canteiro de ervas aromáticas, as crianças pintaram desenhos alusivos ao tema da árvore e da floresta.

Várias crianças participaram depois na plantação de uma árvore (nespereira) nos jardins do museu.

Momento final da plantação, calcando a terra em volta da planta, antes de se regar.

Crianças brincando no relvado dos jardins, antes de participarem num cortejo, em que ostentaram plaquinhas recortadas com a forma de gotas de água, com poemas colados no verso e cantando canções alusivas.
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O objectivo desta iniciativa foi transmitir a mensagem da importância da água e das árvores para a vida das pessoas. A poesia veio por acréscimo, difusa numa tarde soalheira, animada pelo canto dos pássaros....
Se de "pequenino se torce o pepino", então fica-nos esta sementeira de esperança num mundo melhor, em respeito pelos valores da Natureza.
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domingo, 20 de março de 2011

Sinais do Património - ciclo de conferências organizadas pela Escola Profissional de Arqueologia

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(clicar sobre o cartaz para AMPLIAR)

A Escola Profissional de Arqueologia do Freixo, Marco de Canaveses, em colaboração com o respectivo município, Ministérios da Cultura e da Educação e outras entidades, está a promover um ciclo de conferências intitulado "Sinais do Património", tendo em vista dar a conhecer aos alunos do curso de Assistentes Técnicos de Arqueologia diversos aspectos do património arqueológico e museológico.

Intervenção de N.Campos sobre o Museu do Ferro, no auditório municipal de Marco de Canaveses
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O referido ciclo, coordenado pela Drª. Ana Maria Mascarenhas. foi iniciado no passado dia 14 de Março, com uma apresentação sobre o "Museu do Ferro & da Região de Moncorvo: um projecto de investigação, conservação e divulgação", a cargo de Nelson Campos, sócio do PARM, técnico superior da Direcção Regional da Cultura do Norte e colaborador do dito museu.
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Importa dizer que o Museu do Ferro, embora criado pela ex-Ferrominas em 1983 no bairro do Carvalhal, veria o seu âmbito alargado após a transferência para a vila de Torre de Moncorvo, em 1995, ficando instalado no solar do Barão de Palme, onde se encontra. Nessa operação de transferência e instalação, colaborou a Escola Profissional de Arqueologia, então dirigida pela Drª. Rosa Soares, sendo a montagem dirigida por Nelson Campos e por Ana Mascarenhas, co-autores, com Miguel Rodrigues, do programa museológico que esteve na base de uma candidatura a fundos comunitários (documento publicado em 1996 na série Cadernos do Museu). Colaboraram então, nessa operação, dois alunos da E.P.A. e funcionários da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo, além da ajuda pontual de sócios do PARM.
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A próxima conferência deste ciclo intitula-se "Património: charme, cliché e outras coisas", estando a cargo da Arquitecta Ângela Melo, da Direcção Regional da Cultura do Norte/Serviço de Bens Culturais, tendo lugar no próximo dia 4 de Abril, pelas 15;00 horas, também no auditório municipal de Marco de Canaveses.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Assembleia Geral do PARM

Realiza-se no dia 19 de Março (sábado), a reunião ordinária da Assembleia Geral do PARM, com a ordem de trabalhos acima apresentada (clicar 2 vezes sobre o documento para ampliar).
Mais se informa que às 15;00h está previsto o lançamento de um livro do nosso ilustre consócio
Rogério Rodrigues, o qual decorre na Biblioteca Municipal, no contexto da comemoração do Feriado Municipal. Por esse motivo, a reunião da nossa Assembleia será suspensa para dar possibilidade aos sócios interessados de poderem participar no referido lançamento, sendo os trabalhos retomados logo de seguida (cerca das 16;30h).