quarta-feira, 27 de maio de 2009

Varandas de Moncorvo / Ferro Testemunhos

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Visite a exposição virtual de fotografias de António Basaloco intitulada: "As varandas de Moncorvo / Ferro Testemunhos" clicando na barra superior do site do Museu do Ferro, ou visitando o site deste Amigo do Museu, na seguinte secção (clicar sobre o endereço electrónico): http://www.antoniobasaloco.org/ferrotestemunhos/ferrotestemunhos.htm

terça-feira, 26 de maio de 2009

Inauguração da Exposição de Pintura de Rita Cantante

Conforme anunciado, no passado sábado, procedeu-se à inauguração da exposição de pintura, com presença da autora, Rita Cantante. Aqui ficam algumas imagens do evento:




Aproveitamos para informar que a exposição ficará patente no Auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, até ao dia 23 de Junho.

Contamos com a vossa visita!

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Exposição de Pintura, autoria de Rita Cantante

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Convidam-se todos os interessados para a inauguração de uma exposição de pintura, autoria de Rita Cantante, que terá lugar no próximo dia 23 de Maio (sábado), pelas 15.00 horas, no Auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo.

A autora, Rita Cantante, é natural da Figueira da Foz, e licenciada em Artes Plásticas - Pintura, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto tendo, posteriormente frequentado o Curso de Design Têxtil e do Vestuário, na Universidade da Beira Interior, em 2002/2003. Participou e fez parte do júri no Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz (1993-2002). Actualmente, é professora de Artes Visuais, no Ensino Secundário.

Já apresentou cerca de 25 exposições, entre participações individuais e colectivas, por grande parte do território nacional, bem como, em Paris e Bruxelas (no Parlamento Europeu).

Contamos com a vossa presença e a melhor divulgação deste evento!

Nova Montra do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo

No âmbito das Comemorações do Dia Internacional dos Museus, procedeu-se à reformulação da Montra do Museu.
Achámos por bem que ficassem representados os antigos mestres ferreiros do concelho, os mineiros da Ferrominas (1950-1986), e outras imagens relevantes para o estudo da mineração e metalurgia do Ferro, que temos vindo a recolher e organizar num Banco de Imagens (em base de dados informática, consultável no Centro de Documentação do MF&RM).

O resultado final é o seguinte:



Legenda:

1 - Mestre ferreiro António Augusto Carvalho (1920- ), natural de Felgueiras, com oficina nos Escuradais e, posteriormente, residente no Carvalhal e Amigo do Museu (foto A. Basaloco, 2005)

2 – Mina das Fragas da Carvalhosa, Carvalhal. Trabalho de pá mecânica carregando vagonetas. (foto Ferrominas, anos 50 do séc. XX, Arquivo do Museu do Ferro - doação do Engº. João Pedro Monteiro de Barros Cabral, Amigo do Museu do Ferro, em 2008)

3 – Oficina do Ferreiro Adérito Ângelo Amaral (1927-1999), na Rua dos Palheiros (Torre de Moncorvo). Na foto, encontram-se Adérito Amaral, Adérito Amaral Jr. e José Amaral, Amigos do Museu (Arquivo Particular, anos 80 do séc. XX)

4 – Mina das Fragas da Carvalhosa, Carvalhal. Escolha do minério no tapete rolante (foto Ferrominas, anos 50 do séc. XX, Arquivo do Museu do ferro - doação do Engº João P. Monteiro de Barros Cabral, Amigo do Museu do Ferro, em 2008).

5 – Museu do Ferro & da Região de Moncorvo. Edifício Principal e Jardins (foto Luís Lopes. 2009)

6 – Forja do ferreiro do Larinho, Sr. Manuel Joaquim Meireles (1918-2003). Na foto: Manuel Joaquim Meireles, João Amaral e Adriano Francisco Amaral (foto Fernando Meireles, cerca de 1979/80)

7 – Forja do ferreiro Sr. Manuel Coelho (1939- ), na Rua Direita (Felgar), Amigo do Museu (foto A. Basaloco, Amigo do Museu, 2005)

8 - Mina das Fragas da Carvalhosa, Carvalhal. Extracção e transporte do minério de ferro. (foto Ferrominas, anos 50 do séc. XX, Arquivo do Museu do Ferro - doação do Engº J.P. Monteiro de Barros Cabral, em 2008)

9 – “A forja do vulcano”, pintura de Diego Velázquez, 1630 - no Museu do Prado (Madrid).


(direitos das imagens reservados)

terça-feira, 19 de maio de 2009

Amigos do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo

Como noticiámos em post anterior (18 de Maio), no dia 16 realizou-se um convívio dos Amigos do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, tendo sido atribuídos diplomas e cartões a 25 novos Amigos.
Não tendo sido possível inserir esta informação no "site" do Museu do Ferro (o qual é: http://www.museudoferroedaregiaodemoncorvo.net/
), aproveitamos para dar alguma informação neste blogue sobre os Amigos do Museu do Ferro.
Assim, mais do que uma outra associação, "Amigos do M.F.&R.M." é um grupo informal de pessoas (individuais ou colectivas), que foram agraciadas com o título de "Amigo do Museu" em virtude de doações de objectos e documentos ou prestação de serviços (gratuitamente ou em condições muito favoráveis).

A implementação dos "Amigos do Museu do Ferro" ocorreu o ano passado, no Dia Internacional dos Museus (18 de Maio), em que foram considerados 36 Amigos. Com os actuais 25, "investidos" no passado dia 16 de Maio, o Museu do Ferro tem (oficialmente) 61 Amigos.
Cumpre dizer que a iniciativa partiu de uma proposta feita pelo PARM à Câmara Municipal de Torre de Moncorvo (cf. n/ Ofº. nº 51/pº.02, de 2008.05.16) sendo composta por um Preâmbulo justificativo, seguido de um conjunto de Princípios Regulamentares, de que a seguir damos conhecimento.

Prestamos esta informação porque algumas pessoas nos têm perguntado como podem ser "Amigos do Museu". Na verdade, enquanto não existir nenhuma associação organizada de suporte ao M.F.&R.M., como alguns museus têm, não funciona nenhum sistema de inscrições, com pagamento de quotas, etc., etc. (não descartando de todo esta possibilidade, julgamos que, nesta fase, existindo já o PARM que possui associados e está aberto a novas propostas de sócios, pensamos que poderia resultar daqui uma certa multiplicação de associações); assim sendo, "Amigo do Museu" é, sobretudo, um título, destinado a pessoas que ajudem o Museu de uma forma ou de outra. Assim, a resposta que damos a quem esteja interessado é esta: ajudem o Museu à medida das vossas possibilidades e ficarão habilitados a tornar-se "Amigos". Esta decisão é tomada de parceria entre o PARM e a Câmara Municipal de Torre de Moncorvo.

O Sr. Presidente da Câmara Municipal de Torre de Moncorvo entrega o Diploma e cartão de Amigo do Museu do Ferro ao Sr. Prof. Doutor Adriano Vasco Rodrigues, autor dos primeiros estudos sobre a Arqueologia do Ferro da região de Moncorvo, em colaboração com sua esposa, a felgarense Drª Maria da Assunção Carqueja (16.05.2009)


Aqui fica o documento de proposta de criação do grupo de AMIGOS DO MUSEU e, mais abaixo, a lista actualizada dos Amigos do M.F.&R.M. (2008 e 2009). Mais informamos que as entidades parceiras do Museu possuem uma versão dessa mesma lista, com a justificação, caso a caso, do porquê da atribuição do referido título de A.M., a qual pode ser consultada no Museu (só não a publicamos aqui para não tornar este post mais extenso ainda):

AMIGOS DO MUSEU DO FERRO & DA REGIÃO DE MONCORVO (grupo informal)

Preâmbulo

As associações e grupos de Amigos de museus são uma realidade comum nos museus de todo o mundo. Em Portugal, desenvolveram-se sobretudo a partir dos anos 80 do século XX, tendo-se expandido na década de 90.
Um dos casos mais antigos do que se pode considerar um grupo de amigos de um museu é o Círculo Dr. José de Figueiredo, associado ao Museu Nacional Soares dos Reis, criado em 1940, sendo hoje designado por Associação de Amigos.
O sítio arqueológico/museu monográfico de Conímbriga, possui, desde há muitos anos, a Liga dos Amigos de Conímbriga. O Museu Nacional de Arqueologia dispõe do GAMNA (Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arqueologia), tal como existem os Amigos do Museu Nacional de Arte Antiga, do Museu Nacional do Azulejo, do Museu da Marinha, do Museu do Ar, os Amigos de Serralves, Amigos do Museu da Guarda, Associação de Amigos do Museu do Douro, etc., etc.. Existe até um Grupo de Amigos dos Museus do Sporting, que contribuiu recentemente para o pagamento de obras nas respectivas instalações, além do pagamento de rendas.
Desde 2001 que se realizam Encontros nacionais de Amigos dos Museus, tendo-se constituído uma federação, a FAMP (Federação de Amigos dos Museus de Portugal), que congrega os Amigos dos Museus e entidades similares existentes em Portugal (vd: www.famportugal.pt e Anexo 1)
Um dos objectivos dos grupos de amigos de museus é fomentar o voluntariado, o mecenato e uma maior vinculação das pessoas às instituições museais, fomentando a sua participação em actividades e na própria vida do museu. Este exercício de cidadania concorre para a democratização dos museus, como defende, desde há muito, o movimento Nova Museologia.
Geralmente estas Associações de Amigos de Museus têm órgãos próprios, funcionam independentemente das direcções dos Museus, e têm, inclusive, uma programação própria, devendo, todavia, a sua actuação ser convergente com a missão e objectivos do Museu.
No caso do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, a ideia da criação de um Grupo de Amigos partiu da necessidade de um reconhecimento, que se impunha, da cooperação de uma série de pessoas e entidades, que, ou doaram objectos, ou têm colaborado, de uma forma ou de outra, para a concretização do Museu e para a realização de actividades.
O facto de haver já uma associação que é co-gestora do Museu, o PARM, em que naturalmente os seus membros são amigos do Museu, levaria a uma multiplicação, talvez desnecessária, do número de associações institucionalizadas. No entanto, parecendo-nos útil que houvesse alguma “separação de águas” entre o PARM e o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, sobretudo no que diz respeito às doações específicas para este, entendemos ser do maior interesse a criação de um grupo informal, para já, de certa forma, um título.
O nosso objectivo é que o maior número de pessoas possam vir a ser “Amigos do Museu” , o que significa que com ele terão colaborado de uma forma ou de outra, ficando ainda, de certa forma “obrigadas” à continuidade dessa colaboração. Mas o objectivo essencial é o de se aumentar a identificação de um maior número de pessoas com um Museu que deve ser da comunidade, tornando-se os seus principais agentes de divulgação. Isto parece-nos muito importante, como forma de resolver um certo alheamento da comunidade em relação aos assuntos culturais, levando as pessoas a uma maior participação cívica e envolvimento cultural, bem como a uma maior identificação com um espaço que se pretende representativo de uma história colectiva. Se a comunidade conceber o concelho como o seu Lar, sentirá que o Museu é a sua Sala de Visitas. Assim, numa estratégia inclusiva, há todo o interesse em que todos possam vir a ser Amigos do Museu.
Por outro lado, com as restrições decorrentes uma visão neo-liberal global relativamente à Cultura financiada pelo erário público, julgamos que se impõe cada vez mais o recurso ao voluntariado e à boa-vontade dos cidadãos para preservação e defesa daquilo que lhes diz respeito. Deste modo, a chamada sociedade civil, em que os Amigos dos Museus se incluem, além das clássicas doações de peças para o acervo museológico, podem ter um papel importante como voluntários ou mesmo Mecenas, apelando a valores como a cidadania e a afectividade versus um sistema económico-político cada ver mais materialista, para mais agora, num cenário de crise (económica e de valores).

PRINCÍPIOS REGULAMENTARES / PROPOSTA:
1 - A atribuição do título de Amigo do Museu é uma forma de reconhecimento adoptada pela tutela do Museu (CMTM e PARM) a fim de premiar a colaboração e prestação de serviços ao Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, por parte dos cidadãos ou entidades colectivas ou empresariais, enaltecendo os seus gestos, e incentivando outros a fazerem o mesmo.
2 – A atribuição do título de Amigo do Museu deverá ser acertada de comum acordo entre as duas entidades parceiras que tutelam o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (CMTM e PARM), e deverá ocorrer nos dias 18 de Maio de cada ano (Dia Internacional dos Museus).
3 – Deverá ser atribuído o título de Amigo do Museu a pessoas singulares, entidades colectivas ou empresariais que tenham dado um contributo assinalável para o Museu (doação de objectos, oferta de produtos e serviços, ou formas de mecenato), a título voluntário ou a pedido dos responsáveis do Museu.
4 – Neste caso, os Amigos do Museu não ficam obrigados a algo mais do que já fizeram, embora se espere deles a continuidade da sua colaboração e a defesa dos princípios que justificam a existência do Museu (ou seja, a representatividade da nossa terra e a difusão do conhecimento inerente à sua temática), devendo fazer a melhor divulgação do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo de forma a motivar a visita de outras pessoas (locais ou de fora da nossa região).
5 – No seguimento dos pontos anteriores, o objectivo da criação de um grupo de Amigos do Museu (ainda que, ao presente, informal), visa a consolidação de um vínculo afectivo que já existe, e que se procura incentivar, no sentido da criação de uma verdadeira rede de afectos, que se pretende, progressivamente, extensiva a toda a comunidade.
6 – Os Amigos do Museu deverão receber um Diploma de Amigo e um Cartão de identificação.

7 – São Direitos dos Amigos do Museu:
a) Aceder gratuitamente aos espaços do Museu (exposição permanente, exposições temporárias e jardins), assim como os seus familiares mais directos. No caso de entidades colectivas, esta deferência deverá aplicar-se apenas às pessoas que compõem o órgão directivo, ou gerência, no caso de empresas – para usufruírem deste direito, deverão apresentar o cartão de Amigo do Museu ao funcionário ou funcionária de serviço no Posto de Recepção;
b) Podem beneficiar de descontos em publicações editadas pelo Museu, assim como objectos de “merchandising”
c) Serão sempre convidados para as actividades do Museu.
8 – Dentro dos Amigos do Museu contemplamos a possibilidade de se virem a distinguir os Amigos Mecenas, no caso de contributos especiais (patrocínio de edições, ou doações significativas para realização de actividades).

Torre de Moncorvo, 18 de Maio de 2008 (Dia Internacional dos Museus)


O Sr. Vice-presidente da Câmara, Engº. José M. Aires, entrega o Diploma de Amigo do Museu do Ferro ao mestre ferreiro Sr. António Carvalho (em 2008)


LISTA DOS AMIGOS DO MUSEU DO FERRO & DA REGIÃO DE MONCORVO (2008-2009):
Adega Cooperativa de Moncorvo – Torre de Moncorvo (2008)
Ademar Tavares (Dr.) – Ermesinde (2009)
Adérito Amaral & José Amaral, Ldª. – Torre de Moncorvo (2008)
Adriano Vasco Rodrigues (Prof. Doutor) – Porto (2009)
Álvaro Serra Leonardo Teixeira – Torre de Moncorvo (2008)
Alves Costa (Engº) – Torre de Moncorvo (2008)
Américo Monteiro (Dr.) – Torre de Moncorvo (2009)
Ana Rodrigues (Arqtª.) – Torre de Moncorvo (2008)
Ancoteq – Larinho, Torre de Moncorvo (2008)
António Basaloco – Torre de Moncorvo (2009)
António Carvalho – Torre de Moncorvo (2008)
António Eduardo Carvalho (Dr.) – Torre de Moncorvo (2009)
António Manuel Andrade (Dr.) – Vila Real (2008)
Armando Almeida Pascoal – Porto (2009)
Augusto Guerra Cardoso – Murtosa (2008)
Bombeiros Voluntários de Torre de Moncorvo – Torre de Moncorvo (2008)
Conceição Ruge Martins-Wazir – Torre de Moncorvo (2009)
EDM – Empresa de Desenvolvimento Mineiro – Lisboa (2008)
Eugénio Cavalheiro (Comdt.) – Torre de Moncorvo (2009)
Família do Ferreiro Meireles – Torre de Moncorvo e Alemanha (2009)
Família Morais Vaz /Qtª. da Portela – T. Moncorvo, Régua e Porto (2009)
Fernando Aires Ferreira (Engº) – Torre de Moncorvo (2008)
Fernando Gil (Engº.) – Torre de Moncorvo (2008)
Florentino Gil (Engº) – Felgueiras, Torre de Moncorvo (2008)
Gabriel Monteiro de Barros (Engº) – falecido, A.M. a título póstumo (2008)
Hélder Ferreira – Peredo dos Castelhanos, Torre de Moncorvo (2009)
Higino Tavares (Dr.) – Ermesinde (2009)
Ilse Semmler – Reinbach, Alemanha (2008)
João Diogo Evangelista – Torre de Moncorvo (2008)
João Manuel Leonardo – Torre de Moncorvo (2008)
João Pedro Monteiro de Barros Cabral (Engº) e Esposa – Cascais (2008)
João Rodrigues (Engº) – Torre de Moncorvo (2009)
Joaquim Norberto dos Santos – Torre de Moncorvo (2008)
Jorge Afecto (Engº.) – Torre de Moncorvo (2008)
Jorge Carqueja Rodrigues (Dr.) – Porto (2009)
Jorge Custódio (Dr.) – S. João da Talha, Lisboa (2008)
José Aires (Engº.) – Torre de Moncorvo (2008)
José do Nascimento Patrício – Torre de Moncorvo (2008)
José Girão (Dr.) – Torre de Moncorvo (2009)
José Júlio Dias – Cerejais, Alfândega da Fé (2009)
José Luís Gonçalves (Dr.) – Coimbra (2009)
José Rentes de Carvalho (Prof. Doutor) – Estevais, Mogadouro (2009)
Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo – Torre de Moncorvo (2008)
Leonel Brito (Engº) e Esposa, Drª. Odete Mesquita – Elvas (2008)
Ludovina Rocha Martins – Mirandela (2008)
Manuel Barros – Carvalhal, Felgar (2009)
Manuel Cândido – Torre de Moncorvo (2008)
Manuel Coelho – Felgar (2009)
Manuel Pinto /Qtª. de Vila Maior – Cabeça Boa (2008)
Maria Adelaide Amaral Félix – Torre de Moncorvo (2008)
Maria da Conceição Salgado (Drª. ) e marido, Dr. Edgar Nuno Bernardo – V.N. Gaia (2008)
Maria da Luz Pontes – Torre de Moncorvo (2009)
Maria Manuela Leonardo – Porto (2008)
Marina Cavalheiro Amaral (Engª.) – Torre de Moncorvo (2009)
Oficina do Joe (Joe Horst e Esposa) – Montalegre (2008)
Pedro Gil – Torre de Moncorvo (2008)
QAVE – Quinta das Aveleiras – Torre de Moncorvo (2008)
Rui de Sousa e Rodrigues (Dr.) – Torre de Moncorvo (2009)
Sandra Ruge (Drª.) – Torre de Moncorvo (2009)
Tuna da Lousa – Torre de Moncorvo (2008)
Virgílio Pinto – Carvalhal, Felgar (2008)
Wolfgang Jacobs (Engº.) – Alemanha (2009)


Nota: como se pode ler na proposta regulamentar, decidiu-se que anualmente, no dia 18 de Maio (dia internacional dos Museus), se procederia à actualização desta lista, com inclusão de pessoas ou entidades que tenham prestado novos e assinaláveis contributos, ou corrigindo eventuais esquecimentos.
É nossa convicção que o Museu deve ser a "sala de visitas" da vila e concelho, pelo que deverá ser de todos. Na verdade,
O Museu é Seu!

A direcção do PARM.

Exposição "Moncorvo e o Colégio Campos Monteiro 1936-1949"

Convidam-se todos os interessados a assistir à inauguração desta exposição, organizada pela Associação dos Antigus Alunos e Amigos do Ex-Colégio Campos Monteiro, que conta com a colaboração do PARM.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

18 de Maio - Dia Internacional dos Museus

Comemora-se hoje o Dia Internacional dos Museu, pelo que o MFRM (gerido pelo PARM em parceria com o município de Torre de Moncorvo) abriu as suas portas, sendo visitado por algumas dezenas de crianças e alunos do agrupamento vertical de escolas de Torre de Moncorvo.
Aqui ficam algumas imagens:

Museu do Ferro & da Região de Moncorvo - fachada
Museu do Ferro & da Região de Moncorvo - montra

Uma turma de meninos do jardim escola ouvem com atenção as explicações de Rui Leonardo

A guia estagiária Lucy Pissarra dando uma explicação a alunas do 9º ano,

Alunos do 9º ano apreciando a forja de ferreiro.

Comemoração do Dia Internacional dos Museus

Conforme anunciámos aqui no blogue, o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (gerido pelo PARM em parceria com o município de Torre de Moncorvo) promoveu várias actividades, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus várias actividades, sobretudo centradas no dia 16 (sábado), com destaque para um passeio cultural a Felgueiras (antiga aldeia encaixada na serra do Roborêdo, onde outrora se produziu ferro), um almoço de confraternização com Amigos do Museu do Ferro e, da parte da tarde, uma sessão em que se procedeu à entrega de diplomas aos novos Amigos do Museu.

Ainda na sessão da tarde, que teve lugar no auditório do Museu do Ferro, a equipa de trabalho do museu aproveitou a ocasião para fazer um balanço das actividades realizadas desde o ano passado, com destaque para os contributos dos Amigos do Museu.
Um destes valiosos contributos foi um DVD contendo alguns documentários, de autoria do nosso Amigo Leonel Brito, produzidos para a RTP através da empresa Cinequanon, de que foi fundador, em 1974. A série intitulava-se “Artes e Ofícios” e versava sobre actividades em extinção (à época) e hoje completamente extintos, pelo menos os que foram registados na nossa região: o moleiro e respectivo moinho (na altura ainda em funcionamento), no Souto da Velha; a tecedeira no seu tear, mãe do jornalista Afonso Praça, no Felgar; o oleiro Sr. António Rebouta, também no Felgar; e, no final, o lagar da cera de Felgueiras, tudo ainda em actividade!
O autor/realizador/ofertante, que também foi autor do filme sobre a “Encomendação das Almas”, passado no auditório do Museu no dia 10 de Abril (ver post de 13.04.2009), fez uma pequena introdução a este seu trabalho, dizendo, a propósito, muito modestamente, “que hoje só tem valor por tudo isto ter acabado”.
Informamos todos os interessados que poderão visionar estes documentários no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, na Biblioteca Municipal ou no Centro de Memória, sendo de se pensar numa edição em DVD.
Aqui fica a reportagem da jornada do dia 16.05.2009:
Grupo de Amigos do Museu, na visita a Felgueiras (ao início da Rua do Escouradal)

Canelha, na zona do Escouradal, onde ficava a antiga forja do Sr. António Carvalho.

Neste local foi arrazado há poucos anos um quarteirão de casas antigas, sendo aí colocado um grande bloco de escória de ferro, arrancado no Escouradal (um Amigo do Museu observa o bloco de escória).

O mais velho Amigo do Museu (e também o mais idoso), o Sr. António Carvalho, grande ferreiro natural de Felgueiras, aqui junto da entrada da sua antiga forja.

Lagar comunitário da cera de Felgueiras - vista do exterior.

Grupo de Amigos do Museu, ao início da sessão da tarde, no auditório do Museu.

Entrega de Diplomas e de cartão de Amigos do Museu - na foto, o Sr. Prof. Doutor Adriano Vasco Rodrigues recebe do Sr. Presidente da Câmara Municipal o título de Amigo do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo

O Amigo do Museu Sr. Engº. Leonel Brito, realizador com vasta obra cinematográfica e fonográfica, fazendo a apresentação dos seus documentários sobre Artes e Ofícios, produzidos em 1974 no nosso concelho.
Imagem do documentário de Artes e Ofícios, de Leonel Brito, com o oleiro António Rebouta exibindo uma cântara acabada de fazer.

A tecedeira Srª. elisa Praça, do Felgar, trabalhando no seu tear (imagem do filme de Leonel Brito)

Cereeiro de Felgueiras, fabricando velas de cera (imagem do filme de Leonel Brito)

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Dia Internacional dos Museus

Celebra-se no próximo dia 18 de Maio (segunda feira) o Dia Internacional dos Museus.

Para assinalar esta data o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, apresenta um programa de Comemorações, que se inicia no próximo Sábado, dia 16 de Maio, com o encontro dos "Amigos do Museu", e termina no dia 18 de Maio (segunda feira).

Programa:

Dia 16 de Maio

15:00 H

- Apresentação das actividades realizadas pelo Museu desde 2008, com referência à colaboração dos Amigos; será ainda destacado o tema "Museus e Turismo", proposto pelo ICOM, como tópico de reflexão para o corrente ano;

- Visualização do filme “ Velhas profissões – Artes e Ofícios” (documentário produzido pelo Amigo do Museu Leonel Brito, para a RTP, em 1974 – oferta recente do autor);

- Entrega de diplomas e cartões de “ Amigos do Museu” aos novos amigos.


Dia 18 de Maio (Dia Internacional dos Museus)

10:00 – 12.30 H / 14:00 – 18.00 H

Museu Aberto, com entrada livre e visita guiada à Exposição Permanente, Jardins e Auditório


Contamos com a vossa presença, pois como fazemos questão de salientar, O MUSEU É SEU!!!....

quinta-feira, 23 de abril de 2009

A Pascoela na Senhora da Esperança - reportagem

Aqui ficam algumas imagens da jornada da Pascoela de 2009, numa iniciativa da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, com a modesta colaboração do PARM.

O Caminho faz-se caminhando... - Como antigamente, pelo caminho velho, com a vila de Torre de Moncorvo em plano de fundo (foto de N.Campos)

Os "peregrinos" aproximando-se da estrada da Açoereira, ainda pelo caminho velho... (foto de Luís Lopes)

E o povo foi-se juntando sob o alpendre da vetusta capela... (foto de Luís Lopes)

Momento para uma espreitadela ao interior - altar da Senhora da Esperança (foto de N.Campos)

Um festival para os mais novos, saltando à corda (foto de Luís Lopes)

Um jogador da malha, em grande estilo, executa o arremesso... (foto de Luís Lopes)

A malha quase acertava no pino! seriam 6 pontos... - Este é um jogo antiquíssimo, existindo centenas de malhas em xisto recolhidas na Vila Velha, vila medieval extinta, que está nas raízes da nossa vila da Torre de Moncorvo (foto de Luís Lopes)

A arraiola era um jogo de grande precisão e perícia que se jogava com moedas, muitas das vezes da época romana, ou então discos de chumbo (foto de Luís Lopes)

Era preciso colocar a moeda sobre a linha marcada na tábua, ou aproximá-la o mais possível. Quando o jogador se achava seguro de que não seria batido pelo jogador seguinte, pedia "tentos!"... As regras podiam variar de terra para terra, impondo-se um registo criterioso destes jogos e suas variantes (foto de Luís Lopes)

Enquanto isso, a pequenada entretinha-se noutros jogos tradicionais (foto de Luís Lopes)

Hora da merenda!!... (foto de N.Campos)
Ponto alto do programa: "desfazendo o folar" (foto N.Campos)
No final, foi desfeito o folar, com merenda farta, vinho e sumos a acompanhar!...
Apesar de se recuar para Domingo esta tradição que se realizava na Segunda da Pascoela, por este ser dia de trabalho, congratulamo-nos com a "ressurreição" deste costume antigo, que é um bom pretexto para se recuperarem outras tradições (como os jogos), um elemento da gastronomia pascal (o "folar"), a fruição de um elemento patrimonial multissecular (a capela), e, para além disto tudo, promover o convívio salutar entre os moncorvenses de todas as idades, de vários bairros e de todas as condições socio-profissionais.
Que para o ano haja mais, com mais participação ainda!

sábado, 18 de abril de 2009

Passeio da Pascoela para "desfazer o folar", na Senhora da Esperança

A tradição continua!
Aqui fica o cartaz-convite para todos participarem amanhã, Domingo (dia 19 de Abril), no Passeio da Pascoela para se “desfazer o folar” no adro da capela da Senhora da Esperança.
Para quem pretenda fazer o percurso a pé, como noutros tempos, pelo caminho antigo, a concentração é defronte da Junta de Freguesia (Avenida Engº Duarte Pacheco), com saída pelas 14;30h.
No adro da capela haverá jogos tradicionais, música, animação, convívio, enquanto se reconstitui a prática ancestral de “desfazer o folar".


Recorde-se que o retomar desta tradição foi sugerida pelo PARM à Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, o ano passado. Sendo esta Junta a proprietária da capela e porque não temos a veleidade nem a pretensão de nos substituirmos a outras entidades (o nosso papel é incentivar a recuperação das tradições e do património cultural em geral), entendemos por bem ser a Junta a ter um papel mais destacado nesta realização, continuando a disponibilizar-lhe o nosso modesto apoio e participação.

Aqui fica, portanto, o apelo aos nossos sócios para que participem também, como moncorvenses empenhados, neste convívio de profunda raiz popular.

Veja mais no blogue À Descoberta de Torre de Moncorvo: http://descobrirtorredemoncorvo.blogspot.com/2009/04/passeio-da-pascoela-para-desfazer-o.html

Aproveitamos também para recordar a realização do ano passado (2008):

http://parm-moncorvo.blogspot.com/2008/03/passeio-da-pascoela-dia-29-de-maro.html
http://parm-moncorvo.blogspot.com/2008/04/passeio-da-pascoela.html




quinta-feira, 16 de abril de 2009

Dia Mundial dos Monumentos e Sítios

Vista Geral da Vila de Moncorvo (Reprodução da "Revista Popular", de 1848)


No próximo Sábado, dia 18 de Abril de 2009, comemora-se o Dia Mundial dos Monumentos e Sítios.

O concelho de Torre de Moncorvo possui belos monumentos e sítios a visitar, dos quais se destacam a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e a Igreja de Santiago Maior da Adeganha, ambas Monumentos Nacionais.

Interior da Igreja Matriz de Moncorvo, a partir do Coro Alto. Reprodução de postal ilustrado dos meados do séc. XX

A construção da actual Igreja Matriz de Moncorvo iniciou-se na primeira metade do séc.XVI, prolongando-se cerca de um século, e reflecte a austeridade religiosa dos tempos tridentinos. É de salientar o belo pórtico Renascentista sobre a entrada principal, entre outras beldades a descobrir.

Vista geral da Igreja Matriz de Moncorvo (Arquivo PARM)

Já a Igreja da Adeganha é do período medieval (séc. XIV) e apresenta elevada qualidade escultórica. Destaca-se o arco de volta inteira existente na parede lateral que apresenta motivos enxaquetados – típicos do românico local, bem como uma representação de um parto na fachada principal. Recentemente foram descobertas no seu interior várias pinturas murais de que se destaca a representação de Santiago Maior, na capela mor, e outras existentes nas paredes laterais do corpo principal da Igreja, de que deixamos aqui alguns exemplos.

Pormenor de pintura mural representando a Ressurreição de Cristo, existente na parede sul do corpo principal da Igreja (Foto PARM)

Neste dia, o PARM irá disponibilizar informação pormenorizada sobre os monumentos referidos e organiza uma visita guiada à Igreja Matriz de Torre de Moncorvo. Para tal, devem inscrever-se até ao final do dia 17 de Abril de 2009, através dos seguintes contactos:

tlf: 279252724 ; e-mail: parmoncorvo@gmail.com

Também pode inscrever-se na sede no edifício do Museu do Ferro de Torre de Moncorvo.

Para visitar a Igreja de Santiago Maior de Adeganha, deve-se deslocar de motu próprio a esta localidade e pedir a chave à zeladora da mesma, D. Aida.

Saudações Associativas!

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Apresentação do filme: "Encomendação das almas": então foi assim...

10 de Abril, auditório do Museu do Ferro & da região de Moncorvo:

as lucernas marcaram o percurso na noite fria...

o realizador chega... (30 anos depois...)

mais dois moncorvenses ilustres: o grão-mestre da Confraria dos Gastrónomos e Enófilos e o autor dos textos do filme...

durante a exibição do filme, no auditório do museu...


momento de debate, no final, sobre a "Encomendação das Almas".

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Museu do Ferro na Revista "Sábado"




Publicado no suplemento GPS da Revista Sábado, de 8 a 15 de Abril de 2009