Figura central: "berrão" ou escultura de javali achada nas Cabanas de Baixo (Moncorvo) em 1895, actualmente no Museu Nacional de Arqueologia. Desenho do Prof. J. R. Santos Júnior
Contactos:
Morada Provisória: Largo Dr. Balbino Rego. 5160 - Torre de Moncorvo Tlf. 279252724 e-mail: parmoncorvo@gmail.com
Conforme anunciámos aqui no blogue, o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo (gerido pelo PARM em parceria com o município de Torre de Moncorvo) promoveu várias actividades, no âmbito das comemorações do Dia Internacional dos Museus várias actividades, sobretudo centradas no dia 16 (sábado), com destaque para um passeio cultural a Felgueiras (antiga aldeia encaixada na serra do Roborêdo, onde outrora se produziu ferro), um almoço de confraternização com Amigos do Museu do Ferro e, da parte da tarde, uma sessão em que se procedeu à entrega de diplomas aos novos Amigos do Museu.
Ainda na sessão da tarde, que teve lugar no auditório do Museu do Ferro, a equipa de trabalho do museu aproveitou a ocasião para fazer um balanço das actividades realizadas desde o ano passado, com destaque para os contributos dos Amigos do Museu.
Um destes valiosos contributos foi um DVD contendo alguns documentários, de autoria do nosso Amigo Leonel Brito, produzidos para a RTP através da empresa Cinequanon, de que foi fundador, em 1974. A série intitulava-se “Artes e Ofícios” e versava sobre actividades em extinção (à época) e hoje completamente extintos, pelo menos os que foram registados na nossa região: o moleiro e respectivo moinho (na altura ainda em funcionamento), no Souto da Velha; a tecedeira no seu tear, mãe do jornalista Afonso Praça, no Felgar; o oleiro Sr. António Rebouta, também no Felgar; e, no final, o lagar da cera de Felgueiras, tudo ainda em actividade!
O autor/realizador/ofertante, que também foi autor do filme sobre a “Encomendação das Almas”, passado no auditório do Museu no dia 10 de Abril (ver post de 13.04.2009), fez uma pequena introdução a este seu trabalho, dizendo, a propósito, muito modestamente, “que hoje só tem valor por tudo isto ter acabado”. Informamos todos os interessados que poderão visionar estes documentários no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, na Biblioteca Municipal ou no Centro de Memória, sendo de se pensar numa edição em DVD.
Aqui fica a reportagem da jornada do dia 16.05.2009:
Grupo de Amigos do Museu, na visita a Felgueiras (ao início da Rua do Escouradal)
Canelha, na zona do Escouradal, onde ficava a antiga forja do Sr. António Carvalho.
Neste local foi arrazado há poucos anos um quarteirão de casas antigas, sendo aí colocado um grande bloco de escória de ferro, arrancado no Escouradal (um Amigo do Museu observa o bloco de escória).
O mais velho Amigo do Museu (e também o mais idoso), o Sr. António Carvalho, grande ferreiro natural de Felgueiras, aqui junto da entrada da sua antiga forja.
Lagar comunitário da cera de Felgueiras - vista do exterior.
Grupo de Amigos do Museu, ao início da sessão da tarde, no auditório do Museu.
Entrega de Diplomas e de cartão de Amigos do Museu - na foto, o Sr. Prof. Doutor Adriano Vasco Rodrigues recebe do Sr. Presidente da Câmara Municipal o título de Amigo do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo
O Amigo do Museu Sr. Engº. Leonel Brito, realizador com vasta obra cinematográfica e fonográfica, fazendo a apresentação dos seus documentários sobre Artes e Ofícios, produzidos em 1974 no nosso concelho.
Imagem do documentário de Artes e Ofícios, de Leonel Brito, com o oleiro António Rebouta exibindo uma cântara acabada de fazer.
A tecedeira Srª. elisa Praça, do Felgar, trabalhando no seu tear (imagem do filme de Leonel Brito)
Cereeiro de Felgueiras, fabricando velas de cera (imagem do filme de Leonel Brito)
Celebra-se no próximo dia 18 de Maio (segunda feira) o Dia Internacional dos Museus.
Para assinalar esta data o Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, apresenta um programa de Comemorações, que se inicia no próximo Sábado, dia 16 de Maio, com o encontro dos "Amigos do Museu", e termina no dia 18 de Maio (segunda feira).
Programa:
Dia 16 de Maio
15:00 H
- Apresentação das actividades realizadas pelo Museu desde 2008, com referência à colaboração dos Amigos; será ainda destacado o tema "Museus e Turismo", proposto pelo ICOM, como tópico de reflexão para o corrente ano;
- Visualização do filme “ Velhas profissões – Artes e Ofícios” (documentário produzido pelo Amigo do Museu Leonel Brito, para a RTP, em 1974 – oferta recente do autor);
- Entrega de diplomas e cartões de “ Amigos do Museu” aos novos amigos.
Dia 18 de Maio (Dia Internacional dos Museus)
10:00 – 12.30 H / 14:00 – 18.00 H
Museu Aberto, com entrada livre e visita guiada à Exposição Permanente, Jardins e Auditório
Contamos com a vossa presença, pois como fazemos questão de salientar, O MUSEU É SEU!!!....
Aqui ficam algumas imagens da jornada da Pascoela de 2009, numa iniciativa da Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, com a modesta colaboração do PARM.
O Caminho faz-se caminhando... - Como antigamente, pelo caminho velho, com a vila de Torre de Moncorvo em plano de fundo (foto de N.Campos)
Os "peregrinos" aproximando-se da estrada da Açoereira, ainda pelo caminho velho... (foto de Luís Lopes)
E o povo foi-se juntando sob o alpendre da vetusta capela... (foto de Luís Lopes)
Momento para uma espreitadela ao interior - altar da Senhora da Esperança (foto de N.Campos)
Um festival para os mais novos, saltando à corda (foto de Luís Lopes)
Um jogador da malha, em grande estilo, executa o arremesso... (foto de Luís Lopes)
A malha quase acertava no pino! seriam 6 pontos... - Este é um jogo antiquíssimo, existindo centenas de malhas em xisto recolhidas na Vila Velha, vila medieval extinta, que está nas raízes da nossa vila da Torre de Moncorvo (foto de Luís Lopes)
A arraiola era um jogo de grande precisão e perícia que se jogava com moedas, muitas das vezes da época romana, ou então discos de chumbo (foto de Luís Lopes)
Era preciso colocar a moeda sobre a linha marcada na tábua, ou aproximá-la o mais possível. Quando o jogador se achava seguro de que não seria batido pelo jogador seguinte, pedia "tentos!"... As regras podiam variar de terra para terra, impondo-se um registo criterioso destes jogos e suas variantes (foto de Luís Lopes)
Enquanto isso, a pequenada entretinha-se noutros jogos tradicionais (foto de Luís Lopes)
Hora da merenda!!... (foto de N.Campos)
Ponto alto do programa: "desfazendo o folar" (foto N.Campos)
No final, foi desfeito o folar, com merenda farta, vinho e sumos a acompanhar!... Apesar de se recuar para Domingo esta tradição que se realizava na Segunda da Pascoela, por este ser dia de trabalho, congratulamo-nos com a "ressurreição" deste costume antigo, que é um bom pretexto para se recuperarem outras tradições (como os jogos), um elemento da gastronomia pascal (o "folar"), a fruição de um elemento patrimonial multissecular (a capela), e, para além disto tudo, promover o convívio salutar entre os moncorvenses de todas as idades, de vários bairros e de todas as condições socio-profissionais. Que para o ano haja mais, com mais participação ainda!
A tradição continua! Aqui fica o cartaz-convite para todos participarem amanhã, Domingo (dia 19 de Abril), no Passeio da Pascoela para se “desfazer o folar” no adro da capela da Senhora da Esperança. Para quem pretenda fazer o percurso a pé, como noutros tempos, pelo caminho antigo, a concentração é defronte da Junta de Freguesia (Avenida Engº Duarte Pacheco), com saída pelas 14;30h. No adro da capela haverá jogos tradicionais, música, animação, convívio, enquanto se reconstitui a prática ancestral de “desfazer o folar".
Recorde-se que o retomar desta tradição foi sugerida pelo PARM à Junta de Freguesia de Torre de Moncorvo, o ano passado. Sendo esta Junta a proprietária da capela e porque não temos a veleidade nem a pretensão de nos substituirmos a outras entidades (o nosso papel é incentivar a recuperação das tradições e do património cultural em geral), entendemos por bem ser a Junta a ter um papel mais destacado nesta realização, continuando a disponibilizar-lhe o nosso modesto apoio e participação.
Aqui fica, portanto, o apelo aos nossos sócios para que participem também, como moncorvenses empenhados, neste convívio de profunda raiz popular.
Vista Geral da Vila de Moncorvo (Reprodução da "Revista Popular", de 1848)
No próximo Sábado, dia 18 de Abril de 2009, comemora-se o Dia Mundial dos Monumentos e Sítios.
O concelho de Torre de Moncorvo possui belos monumentos e sítios a visitar, dos quais se destacam a Igreja Matriz de Torre de Moncorvo e a Igreja de Santiago Maior da Adeganha, ambas Monumentos Nacionais.
Interior da Igreja Matriz de Moncorvo, a partir do Coro Alto. Reprodução de postal ilustrado dos meados do séc. XX
A construção da actual Igreja Matriz de Moncorvo iniciou-se na primeira metade do séc.XVI, prolongando-se cerca de um século, e reflecte a austeridade religiosa dos tempos tridentinos. É de salientar o belo pórtico Renascentista sobre a entrada principal, entre outras beldades a descobrir.
Vista geral da Igreja Matriz de Moncorvo (Arquivo PARM)
Já a Igreja da Adeganha é do período medieval (séc. XIV) e apresenta elevada qualidade escultórica. Destaca-se o arco de volta inteira existente na parede lateral que apresenta motivos enxaquetados – típicos do românico local, bem como uma representação de um parto na fachada principal. Recentemente foram descobertas no seu interior várias pinturas murais de que se destaca a representação de Santiago Maior, na capela mor, e outras existentes nas paredes laterais do corpo principal da Igreja, de que deixamos aqui alguns exemplos.
Pormenor de pintura mural representando a Ressurreição de Cristo, existente na parede sul do corpo principal da Igreja (Foto PARM)
Neste dia, o PARM irá disponibilizar informação pormenorizada sobre os monumentos referidos e organiza uma visita guiadaà Igreja Matriz de Torre de Moncorvo. Para tal, devem inscrever-se até ao final do dia 17 de Abril de 2009, através dos seguintes contactos:
Convidam-se todos os interessados a assistir à projecção do filme sobre a Encomendação das Almas, 30 anos depois da sua elaboração (1979), que decorrerá no Auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, amanhã (Sexta-feira Santa), pelas 21.30h.
Estarão presentes o realizador, Leonel Brito, e o argumentista, Rogério Rodrigues, e evocar-se-à a memória do Padre Joaquim M. Rebelo, grande percursor para o estudo do culto dos mortos do sul do distrito de Bragança.
Conforme previsto, foi inaugurada no passado sábado, dia 4 de Abril, a exposição "Borboletas do Mondego", onde se reunem cerca de 70 fotografias de autoria de Mário Martins, representando muitos tipos de borboletas existentes no alto vale do Mondego e, algumas delas, em outras regiões de Portugal. Tal como afirmou o seu autor, esta mostra é o resultado de centenas de horas de pesquisa, em contacto com a Natureza, de dia e de noite, salientando as dificuldades técnicas em fotografar borboletas e revelando alguns truques deste apaixonante "hobbie". O estudo dos lepidópteros (borboletas) em Portugal é, em grande medida, uma actividade de amadores, embora em articulação com o meio académico, como é o caso de Mário Martins. - Sempre que surgem dificuldades na identificação de espécimes, ou quando ocorre algum "achado", o autor, através da internet, recorre às redes de aficcionados e especialistas. Um destes "sites" que merece ser consultado, para as borboletas de Portugal, é o seguinte: www.lusoborboletas.org
Nesta exposição podem encontrar-se dois grupos principais de borboletas: as diurnas e as nocturnas, estas em menor número. Entre as diurnas encontram-se a "Carnaval" (porque aparece pelo Carnaval e tem côres diversificadas), a "Boa Nova", a "Malhadinha Prateada", a "Cobreada", a "Grande Tartaruga", a "Borboleta do Medronheiro", a "Borboleta da Couve", a "Zebra", a "Borboleta do Funcho", o "Pavão diurno", etc., etc. Muitas das espécies não dispõem de nomes comuns, sendo conhecidas apenas pelos nomes científicos. Assim, o autor trouxe alguns manuais catálogos essenciais para o estudo das borboletas, que puderam ser consultados pelas pessoas mais interessadas. No seguimento da comemoração do Dia da Árvore (com palestra e exposição de trabalhos dos alunos) e da acção sobre Aves (também com uma palestra e outra exposição de desenhos de alunos), conforme noticiámos aqui no nosso Blogue (ver post's anteriores), esta é mais uma proposta para esta Primavera nos Jardins do Museu do Ferro. Assim, esperamos pela sua visita! Veja as exposições sobre Árvores, Aves e Borboletas, e pode, de seguida, testar os seus conhecimentos ao vivo, admirando as espécies de árvores, escutando o canto das aves, ou procurando borboletas, num espaço que é SEU! Basta pedir as chaves no balcão do Museu, e teremos muito gosto em abrir-lhe as portas deste pequeno Paraíso...
Aqui ficam algumas fotos do momento inaugural da Exposição "Borboletas do Mondego":
O Autor mostrando a exposição ao Presidente da Câmara de Torre de Moncorvo.
Mário Martins, fazendo uma visita guiada a um grupo de visitantes.
O Autor explica particularidades da "borboleta do funcho"
O autor fala com paixão sobre este maravilhoso mundo das borboletas...
Mário T. Martins (nota biográfica): Nasceu em Chaves mas, como faz questão de dizer, "é um homem do mundo, mais camponês do que cidadão". A sua vida, profissional, levou-o a vários locais, tendo, inclusive, trabalhado no IEFP/Centro de Emprego de Torre de Moncorvo.
Desde sempre apreciou, com respeito, a natureza.
Dedica-se, há muitos anos e para consumo próprio, à agricultura biológica. Promoveu e coordenou, com o apoio técnico da AGROBIO, o primeiro curso de agricultura biológica na Península Ibérica. Após aposentação, seduzido pelo excelente microclima, riqueza de fauna e flora e privilegiada localização optou por se instalar no Vale do Mondego, onde instituiu uma fundação “Trepadeira Azul”, com o objecto social de preservação da natureza também pela cultura. A fotografia sempre serviu para recordar cultura e lazer. A necessidade de recolher imagens para o levantamento da fauna e flora das redondezas da sua propriedade agrícola, tornou-lhe a fotografia numa actividade de todos os dias.
Esta exposição, também nas suas palavras, "não tem qualquer pretensão artística"; o objectivo do autor, mais do que dar a conhecer, é incentivar a preservação do rico património natural que em todo o lado possuímos.
"Observar a natureza é fácil, fotografá-la nem tanto, e fotografá-la com qualidade é, por vezes, tarefa quase impossível, sem que isto sirva de desculpa" - conclui Mário Martins. É uma conclusão muito modesta, no nosso entender, pois o enorme acervo fotográfico que compõem a Exposição, com a qualidade que demonstra, aqui está para o desmentir. Esperamos também o seu comentário, depois da visita que se impõe!
No próximo dia 04 de Abril (Sábado), pelas 15.30 h, é inaugurada a exposição "Borboletas do Mondego", de Mário Martins, que estará patente no Auditório do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo. Contamos com vossa presença!
No próximo Sábado, dia 28 de Março, comemora-se o Dia Nacional dos Centros Históricos. Dado que Torre de Moncorvo é uma vila com um importante e valioso centro histórico, a direcção do PARM decidiu promover neste dia visitas guiadas ao centro histórico da vila (núcleo do castelo e núcleo renascentista).
As visitas decorrem entre as 11.00 h - 12.00h e as 14.30h - 16.30h. Para participarem, terão de se inscrever previamente na sede do PARM, sita no edifício do Museu do Ferro & da Região de Moncorvo. Aceitam-se inscrições até às 18;00h do dia 27 de Março, para o telefone nº 279252724 (inscrição gratuita). O ponto de encontro para as visitas será o largo do Museu.
Aproveite esta oportunidade de conhecer melhor a nossa terra!
No seguimento da acção realizada na passada sexta-feira, realizou-se nesta data (23.03.2009) uma visita de dezenas de alunos e professores do Agrupamento Vertical de Escolas de Torre de Moncorvo ao Museu do Ferro & da Região de Moncorvo, onde puderam ver reunidos, em exposição, um belo conjunto de desenhos de aves, por si realizados (sobretudo dos 5ºs. anos). Esta mostra encontra-se patente na Galeria do rés-do-chão, na passagem para os Jardins do Museu.
Os alunos puderam ainda ver a exposição sobre a Àrvore e a Floresta, inaugurada na sexta-feira
Exposição de desenhos de aves da região, feitos pelos alunos.
Seguidamente, no Auditório, os alunos puderam assistir a uma palestra sobre “Aves da Região”, bem ilustrada através de uma apresentação powerpoint, pelo Engº. Afonso Calheiros e Menezes, técnico superior do Parque Natural do Douro Internacional e presidente da direcção do PARM.
Tomando assento no Auditório do Museu.
Na sua apresentação, o Engº Afonso mostrou aos alunos as aves mais comuns da região, muitas das quais se encontram no espaço da própria vila e seus jardins, como por exemplo os pardais, as andorinhas, os estorninhos, a coruja-das-torres, chamarizes, e outros que se encontram mais afastados, como a cegonha negra (muito rara, na zona do vale do Sabor), o guarda-rios, a perdiz (nos montes), etc
Mencionou ainda quais as aves residentes todo o ano e as migratórias, tal como as que se podem considerar autóctones e as exóticas, nestas se incluindo a rola turca e a pega-azul (com uma colónia entre Carviçais e Freixo de Espada-à-Cinta, sendo originária da China, pelo que se supõe ter sido trazida por missionários ou outros navegadores, das paragens orientais). Esta última, cujo nome científico é Cyanopica cyanus, tem outras colónias na Península, desde a zona de Almería, Algarve, Alentejo, Ribatejo, Beira Interior, além da nossa região, tendo sido estudada pelo eminente ornitólogo que foi o Professor Santos Júnior (que casou em Torre de Moncorvo e passava várias temporadas na sua casa da Quinta Judite, à entrada da vila).
As crianças mostraram-se interessadas e fizeram algumas perguntas.
A acção foi coordenada pela professora Marlie Andrês, juntamente com outros professores do Agrupamento, tendo como objectivo a sensibilização dos mais jovens para as questões da Natureza, preservação do meio e da biodiversidade.
Da parte do PARM e do Museu foi uma oportunidade de colaboração com o projecto educativo escolar, fazendo com que os alunos conheçam este espaço cultural (e natural, se considerarmos os jardins), o visitem com mais regularidade e o integrem no seu imaginário.