quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ciência Viva - Cabeço da Mua

O dia final do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão em Moncorvo, foi de retorno ás minas. Desta vez visitamos o Cabeço da Mua, com bastante participação e mostras de verdadeiro interesse e alguma adrenalina. Termina assim mais uma actividade promovida pelo PARM, que no cômputo geral foi muito positiva. Aqui ficam algumas imagens desta última actividade.


Panorâmica do Carvalhal e da Serra do Roboredo

A Entrada....

Os primeiros passo no interior da galeria

O cruzamento das galerias no interior da Mua. Nós tomámos o caminho da direita


Os participantes no interior da mina

Luz ao fundo do túnel... Para alguns "só isto?"; para outros "finalmente cheguei!!!"

A primeira saída da mina.

De novo na mina! Um regresso para os mais interessados!

Mais uma vez reforçamos que muito agradecíamos que os participantes de todos os eventos nos enviem alguns depoimentos e fotos do(s) evento(s) em que participaram! Podem fazê-lo para o mail parmoncorvo@gmail.com. Esperamos por novidades para partilhar


Saudações científicas e associativas!
(Fotos PARM)

Ciência Viva - Vale da Vilariça

O quinto dia do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão, promovido pelo PARM, teve lugar no Vale da Vilariça, particularmente na aldeia de Adeganha, Senhora do Castelo e o sítio arqueológioco do Baldoeiro. Eis um breve registo fotográfico desta actividade.


Igreja de Adeganha, construção medieval com belíssimos murais no interior.

Núcleo de Arte Sacra da paróquia de Adeganha

Capela de S. João, na Senhora do Castelo de Adeganha.

Vista do Vale da Vilariça, a partir da Senhora do Castelo.

Explicação geológica sobre o Vale da Vilariça, por o geólogo Rui Rodrigues.

O Baixo Vale da Vilariça, a partir do sítio arqueológico do Baldoeiro. Ao centro pode-se ver a elevação que constitui a vila deserta de Santa Cruz da Vilariça.

Os participantes do Ciência Viva junto à capela, no Baldoeiro.

Os participantes da actividade junto ao penedo do Cobrão, no Baldoeiro
(Fotos PARM)

Ciência Viva - Mós e Chapa Cunha

A visita a Mós e à Chapa Cunha constitui o quarto dia de actividades do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão. Aqui fica um breve registo deste dia!


Ribeira de Mós

Chapa Cunha - Interior. Vista das paredes existentes da antiga ferraria


Chapa Cunha - Paredes restantes da ferraria, onde funcionaria uma roda hidráulica

Chapa Cunha - Pormenor dos arcos ogivais existentes na antiga ferraria

Chapa Cunha - canal do moinho

Chapa Cunha - outro pormenor do canal do Moinho em direcção ao cubo

Chapa Cunha - cubo do moinho

Chapa Cunha - Vista das estruturas que funcionaram como moinho, com o cubo ao fundo

Ribeira de Mós
(Fotos PARM)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ciência Viva - Pocinho e Urros

O percurso do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão, do passado sábado, dia 30 de Agosto, teve como mote: "As ripple marks (marcas de ondulação) da formação da Desejosa (500 M. a) e o aproveitamento pelo Homem do controlo tectónico do Douro nesta região".
Assim, a primeira paragem foi junto ao Pocinho, para observar as ripple marks e compreender a sua origem. De seguida, rumamos ao monte da Sra. do Castelo em Urros, importante geosítio, arqueosítio e ponto de observação da natureza. Mais uma vez, as explanações estiveram a cargo do geólogo Rui Sousa e Rodrigues e do encarregado do Museu Nelson Campos.

Seguem-se algumas imagens do evento.


As riplle marks, junto ao rio Douro

Outro aspecto das riplle marks

A "escalada" para a Sra. do Castelo, em Urros


Mais um pormenor da "escalada"

A capela da Sra. do Castelo e grupo a asssitir a uma explanação do geólogo.

Vista de Urros, a partir da Sra. do Castelo

A difícil descida ao "Buraco dos Mouros", possivel ponto de exploração aurífero, do período romano

A entrada do "Buraco dos Mouros"

O interior do Buraco dos Mouros, infestado por milhares de pequenos insectos, que "pintam" de negro a rocha.

Buraco dos Mouros - pormenor

Mais um aspecto do Buraco dos Mouros. De notar que os pontos brilhantes são os insectos que se movimentam devido à luz das lanternas.

O "campanário", também alvo de explorações romanas e que também
é acessível pelo interior.


A entrada para o interior do "campanário"


Afloramento rochoso de rara beleza, que deve ser classificado como
Geomonumento. De referir que a foto dá uma pequena ideia da beleza deste local.

Os famosos palheiros de Urros, muitos dos quais circulares.

Outra perspectiva dos palheiros.

Por fim, gostaríamos de convidar os participantes deste e de outros eventos do programa Ciência Viva - Geologia do Verão, a deixar a sua opinião/comentário dos percursos, bem como de fotos que considerem relevantes para publicação neste blog. Para isso deverão enviar os mesmos para o mail parmoncorvo@gmail.com ou então entregar no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo. Obrigado pela colaboração!

Brevemente teremos o relato da digressão a Mós e à Chapa Cunha.
(Fotos PARM)

Ciência Viva - Os quartzitos ordovícicos em Maçores

O segundo dia do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão, teve lugar no dia 28 de Agosto, e decorreu na freguesia de Maçores, próximo à Ribeira de Santa Marinha.
A visita teve por objectivo compreender a formação dos quartzitos ordovícicos e a sua configuração ao longo dos milénios. O local que visitamos é óptimo para compreender essas mesmas formações, com autênticos monumentos geológicos - caso da fraga do Arco, mas também com belíssimas paisagens naturais. Para completar o quadro da visita, nada mais belo e perigoso que observar a não muita distância, uma forte trovoada, vinda de Espanha e que se abateu sobre as freguesias do Felgar, Souto da Velha e Larinho e, infelizmente, destruiu muitas culturas.

Mas a melhor forma de agora saborear o local é através de imagens.

Enquadramento geral da visita, com a Ribeira de Santa Marinha ao centro da imagem.

Pormenor do local
Ribeira de Santa Marinha e formação quartzítica, vista a partir do ponto de observação original

Fraga do Arco a partir do ponto de observação original

Os participantes da acção no ponto de observação

Explanação pelo geólogo Rui Rodrigues

Explanação dos aspectos botânicos pelo Eng.º Afonso Calheiros e Meneses





Início da escalada para aceder à Fraga do Arco, com alguns participantes.

A chegada à fraga do Arco


Os "aventureiros" que conseguiram aceder à Fraga do Arco!

Fraga do Arco - pormenor do interior

Fraga do Arco - pormenor, sem a parte central, resultado de um abatimento

O ponto de observação original (em cima) e um espectacular dobramento.

Fotos PARM e Rui Rodrigues