quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Ciência Viva - Mós e Chapa Cunha

A visita a Mós e à Chapa Cunha constitui o quarto dia de actividades do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão. Aqui fica um breve registo deste dia!


Ribeira de Mós

Chapa Cunha - Interior. Vista das paredes existentes da antiga ferraria


Chapa Cunha - Paredes restantes da ferraria, onde funcionaria uma roda hidráulica

Chapa Cunha - Pormenor dos arcos ogivais existentes na antiga ferraria

Chapa Cunha - canal do moinho

Chapa Cunha - outro pormenor do canal do Moinho em direcção ao cubo

Chapa Cunha - cubo do moinho

Chapa Cunha - Vista das estruturas que funcionaram como moinho, com o cubo ao fundo

Ribeira de Mós
(Fotos PARM)

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Ciência Viva - Pocinho e Urros

O percurso do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão, do passado sábado, dia 30 de Agosto, teve como mote: "As ripple marks (marcas de ondulação) da formação da Desejosa (500 M. a) e o aproveitamento pelo Homem do controlo tectónico do Douro nesta região".
Assim, a primeira paragem foi junto ao Pocinho, para observar as ripple marks e compreender a sua origem. De seguida, rumamos ao monte da Sra. do Castelo em Urros, importante geosítio, arqueosítio e ponto de observação da natureza. Mais uma vez, as explanações estiveram a cargo do geólogo Rui Sousa e Rodrigues e do encarregado do Museu Nelson Campos.

Seguem-se algumas imagens do evento.


As riplle marks, junto ao rio Douro

Outro aspecto das riplle marks

A "escalada" para a Sra. do Castelo, em Urros


Mais um pormenor da "escalada"

A capela da Sra. do Castelo e grupo a asssitir a uma explanação do geólogo.

Vista de Urros, a partir da Sra. do Castelo

A difícil descida ao "Buraco dos Mouros", possivel ponto de exploração aurífero, do período romano

A entrada do "Buraco dos Mouros"

O interior do Buraco dos Mouros, infestado por milhares de pequenos insectos, que "pintam" de negro a rocha.

Buraco dos Mouros - pormenor

Mais um aspecto do Buraco dos Mouros. De notar que os pontos brilhantes são os insectos que se movimentam devido à luz das lanternas.

O "campanário", também alvo de explorações romanas e que também
é acessível pelo interior.


A entrada para o interior do "campanário"


Afloramento rochoso de rara beleza, que deve ser classificado como
Geomonumento. De referir que a foto dá uma pequena ideia da beleza deste local.

Os famosos palheiros de Urros, muitos dos quais circulares.

Outra perspectiva dos palheiros.

Por fim, gostaríamos de convidar os participantes deste e de outros eventos do programa Ciência Viva - Geologia do Verão, a deixar a sua opinião/comentário dos percursos, bem como de fotos que considerem relevantes para publicação neste blog. Para isso deverão enviar os mesmos para o mail parmoncorvo@gmail.com ou então entregar no Museu do Ferro & da Região de Moncorvo. Obrigado pela colaboração!

Brevemente teremos o relato da digressão a Mós e à Chapa Cunha.
(Fotos PARM)

Ciência Viva - Os quartzitos ordovícicos em Maçores

O segundo dia do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão, teve lugar no dia 28 de Agosto, e decorreu na freguesia de Maçores, próximo à Ribeira de Santa Marinha.
A visita teve por objectivo compreender a formação dos quartzitos ordovícicos e a sua configuração ao longo dos milénios. O local que visitamos é óptimo para compreender essas mesmas formações, com autênticos monumentos geológicos - caso da fraga do Arco, mas também com belíssimas paisagens naturais. Para completar o quadro da visita, nada mais belo e perigoso que observar a não muita distância, uma forte trovoada, vinda de Espanha e que se abateu sobre as freguesias do Felgar, Souto da Velha e Larinho e, infelizmente, destruiu muitas culturas.

Mas a melhor forma de agora saborear o local é através de imagens.

Enquadramento geral da visita, com a Ribeira de Santa Marinha ao centro da imagem.

Pormenor do local
Ribeira de Santa Marinha e formação quartzítica, vista a partir do ponto de observação original

Fraga do Arco a partir do ponto de observação original

Os participantes da acção no ponto de observação

Explanação pelo geólogo Rui Rodrigues

Explanação dos aspectos botânicos pelo Eng.º Afonso Calheiros e Meneses





Início da escalada para aceder à Fraga do Arco, com alguns participantes.

A chegada à fraga do Arco


Os "aventureiros" que conseguiram aceder à Fraga do Arco!

Fraga do Arco - pormenor do interior

Fraga do Arco - pormenor, sem a parte central, resultado de um abatimento

O ponto de observação original (em cima) e um espectacular dobramento.

Fotos PARM e Rui Rodrigues

Ciência Viva - Bairro Mineiro e Minas da Carvalhosa



O primeiro dia do Programa Ciência Viva - Geologia no Verão, organizado pelo PARM, teve como destino as Minas de Ferro, tendo-se dado particular destaque ao Bairro Mineiro e ao Monte da Carvalhosa, sede da exploração da empresa Ferrominas, onde se visitou o Laboratório, Oficinas, Galeria de Santa Bárbara e Plataformas.

No bairro mineiro, como depois no alto da Carvalhosa, Nelson Campos efectuou uma breve explicação histórica da actividade mineira do local. Já o geólogo Rui Rodrigues, encarregou-se na condução no interior das galerias, bem como todas as explicações geológicas relevantes.

Seguem-se algumas imagens do evento.


Bairro Mineiro do Carvalhal

Vista do Bairro Mineiro com os participantes da actividade

Explicação geológica na Carvalhosa, sede da exploração mineira da Ferrominas

Vista a partir da Carvalhosa


Os participantes da actividade

Os participantes e as oficinas em ruínas

Entrada para a Galeria de Santa Bárbara, na Carvalhosa

Galeria de Santa Bárbara

Galeria de Santa Bárbara

Galeria de Santa Bárbara


Vista do troço inicial da Galeria de Santa Bárbara

Oficinas da Ferrominas em ruínas, na Carvalhosa

Vista geral das Oficinas

Vista geral das plataformas de desmonte na Carvalhosa

(Fotos do Arquivo PARM)